Apresentar histórico resumido da organização/coletivo

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A proposta é trazer para cá, um histórico resumido de cada organização ou coletivo interessado em compor a Colaborativa Serigy, com seus respectivos logos e um link, pode ser de site, blog ou página no facebook,  O objetivo é facilitar a produção de cartazes,  releases, convites, divulgação, projetos e etc. Ajuda também a nos conhecermos melhor.

Ação Cultural

A Ação Cultural foi criada no ano de 2004 por artistas e produtores culturais emergentes, além de educadores envolvidos com atividades de animação cultural na periferia. De acordo com o estatuto em vigor a entidade tem como missão e fim institucional apoiar e realizar iniciativas voltadas para o desenvolvimento social, artístico e cultural das comunidades. A Ação Cultural se organiza buscando empoderar agentes e grupos culturais que atuam na periferia realizando de forma compartilhada: Reuniões, pesquisas de diagnóstico, oficinas de elaboração de projetos, produção de artigos/release, divulgação on-line, organização de portfólios, promoção de fóruns de debates, oficinas e mostras artísticas. Mais informações: (ongacaocultural [at] yahoo [dot] com [dot] br Rua São Cristóvão, 14, sala 402 – Ed. Cultura Artistica – Centro – Aracaju. 49010-380

https://acaoculturalse.blogspot.com/p/teste.html

Prazo: 
12/06/2018 (O dia inteiro) - 19/06/2018 (O dia inteiro)
Prioridade: 
Médio
Responsáveis: 
Zezito de Oliveira

Comentários

#1

A Rede Sergipana de Agroecologia (RESEA) surge em 2006 com objetivo de fortalecer a dinâmica agroecológica no estado de Sergipe através da construção coletiva de espaços de reflexão e de sistematização das experiências agroecológicas. A entidade emerge a partir da necessidade de integrar a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), que visava na época a sistematização das experiências de agroecologia nos estados brasileiros.

Dentre as atuações desenvolvidas pela RESEA, e que marcou a sua trajetória como ator político destaca-se: a realização de cursos, oficinas e seminários no âmbito do curso Especialização em Residência Agrária (2013), o II Encontro Sergipano de Agroecologia (2015), as Caravana Agroecológica e Cultural (2013), (2014) e (2015), com objetivo de proporcionar um espaço de intercâmbio de experiências agroecológicas e de reflexão a cerca da Agroecologia como contraponto ao modelo de desenvolvimento rural. As caravanas também serviram como atividade preparatória para o III Encontro Nacional de Agroecologia. O I Seminário Estadual sobre Legislação de Sementes Crioulas (2015), em que foi discutida a política de sementes do estado, à luz de experiências já consolidadas na Paraíba e Alagoas, intitulada Sementes da Paixão. Como desdobramento do seminário, foi elaborada a Lei de Sementes Crioulas de Sergipe (Lei 8167/2016). A referida Lei institui o conceito de sementes crioulas e o incentivo à conservação da agrobiodiversidade. Atualmente a lei está em processo de regulamentação, e já há previsão orçamentária para compra de sementes crioulas de agricultores sergipanos. O Plano Estadual de Agricultura Camponesa (2016) em que foi construído um Plano de agricultura camponesa proposta de programas e de políticas capazes de contemplar a diversidade do campesinato sergipano (indígenas, quilombolas, pescadores, rizicultores, assentados da reforma agrária, comunidades camponesas.

#2

Atenção!  Quem estiver ligado a coordenação ou liderança de coletivos/organizações, não se esqueça de publicar o resumo do histórico do coletivo/organização.

  1. Duanny – Poverello
  2. Jaelson – Cáritas
  3. JAI Simão Dias - ISAJE Instituto de Juventude Simãodiense.

4 - No caso de Cláudio Caducha do Instituto Dona Sula, este  revelou divergência, em conversa pessoal comigo,  com relação ao encaminhamento metodológico do processo da Colaborativa Serigy, vamos aguardar em standby. Na reunião presencial apresento o ponto de vista do companheiro, caso ela não possa estar presente.

5 – Tânia Maria da TAMPA Produções Artisticas que ainda não fez o login, vamos aguardar.

6 – Da mesma maneira,  aguardaremos José Soares da Paróquia São Francisco de Assis, o qual também ainda não fez o login.

Por enquanto, quem respondeu a essa tarefa foi Ram Sashi, da Rede Sergipana de Agroecologia.

Também é legal, na medida do possível, cada coordenador ou líder de coletivo/organização cadastrar até três membros ativos aqui na plataforma.

Caso prefiram posso fazer o cadastro e enviar um email pedindo confirmação, mas para isso preciso do nome principal  e um sobrenome ou apelido da pessoa, com o seu respectivo email.

#3

A Associação Condomínio do Empreendedor Cultural – CEC é uma associação civil, sem fins lucrativos, instituída por pessoas físicas e jurídicas com atividades e missões semelhantes atuando nas áreas de arte, cultura, educação, ecologia, turismo e comunicação social, orientada por termos de cooperação técnica, fundada em 17 de março de 2001. Firmou-se como um coletivo de atividades culturais agregando profissionais e organizações da sociedade civil de forma colaborativa para o desenvolvimento de projetos.

Seu principal objetivo é oferecer estrutura de tecnologias sociais, recursos humanos, de equipamentos, instalações físicas e atuar fomentando atividades de formação de habilidades na área de cultura e sua interface, educação, patrimônio e memória, para os agentes de cultura. Além disso, prestar consultorias específicas na área de planejamento e organização de eventos, produção, políticas e gestão cultural; gestão do terceiro setor e desenvolvimento de projetos para acessibilidade cultural.

#4

Tempo registrado: 12 mins em junho 21, 2018

O Miau Campus Club é uma organização independente, fundamentado em torno de uma vontade coletiva de promover o ativismo tecnológico, a inovação, inventividade, empreendedorismo e inclusão social no meio ambiente digital.

           Criado por meio de uma iniciativa global encabeçada pela ONG internacional Mozilla Organization, empresa com longo histórico de luta em prol de um internet mais justa e livre de amarras. Os  Campus clubs são grupos de trabalho espalhados pelo mundo agindo de forma cooperativa para criação e implementação de ações de cunho social e tecnológico.

           Atualmente realizamos cursos e palestras sobre privacidade, blockchain, empreendedorismo, propriedade intelectual e tecnologias livres. Além de novas iniciativas que envolvem realidade virtual e computação desplugada.

Atividades que também podemos realizar:

  • Desenvolvimento de sistemas

  • Design e desenvolvimento de websites

  • Desenvolvimento de aplicativos

  • Treinamentos em ferramentas de edição de imagem livres (Gimp, Inkscape e futuramente scribus)

  • Formatação e manutenção básica de computadores

  • Libertação de máquinas (instalação de sistemas livres como GNU/Linux ou FreeBSD)