Ajuda Plataforma Corais

Este tronco da Árvore do Conhecimento contém tutoriais e dicas de como usar a Plataforma Corais.

No lado esquerdo você encontra o menu de navegação com as páginas de conhecimentos. No lado direito, você vê a rede social de quem contribuiu ou usou o conhecimento. É possível fazer perguntas e conversar com essas pessoas.

Contribua com a ajuda

Se você for um usuário da plataforma, você pode contribuir com o seus conhecimentos. A ajuda pode ser explicar como usa as ferramentas do Corais e dar ideias de aplicações para determinados fins.

Para fazer capturas de tela, utilize a extensão Lightshot para o navegador Firefox ou Chrome. Veja como é simples selecionar a área da tela específica que o tutorial está explicando e inclusive fazer anotações com setas. É melhor salvar a imagem no seu computador e fazer upload no Corais ao invés de utilizar o serviço da Lighshot de hospedagem da imagem, pois pode ser que ele não esteja disponível daqui há alguns anos.

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Estimulando os pitacos

"Pitaco" é como chamamos no corais qualquer tipo de opinião, proposta ou sugestão  que alguém faz a partir de uma proposta de outra pessoa. Quando alguém vê algo que outra pessoa fez, fica mais fácil propor novas coisas.

Aqui no Corais buscamos fazer um design livre, que seja colaborativo e sem pitaco (a opinião de outras pessoas) fica difícil colaborar!

Estimular pitacos é uma maneira de dar o pontapé inicial de uma tarefa, veja estes dois exemplos:

Nestes dois exemplos, algum tipo de tarefa precisava ser realizada (como criar a capa para o livro ou fazer o projeto gráfico desse livro). Entretanto, para estimular os pitacos, não foi apenas dito "Como deve ser o projeto gráfico? ". Nestes casos, já foi desde o início proposta uma ideia ou uma série de ideias de como deveria ser. E os pitacos não apenas precisam 'melhorar' a ideia inicial, mas podem questionar e propor outras novas ideias radicalmente diferentes.

Essa ideia inicial pode ser só um rascunho, uma descrição, algo bem simples e rápido, pois não serve só para ver se as pessoas aceitam, mas também para estimular ideias divergentes. Uma ideia inicial com um rascunho (incompleto) de uma proposta dessa ideia pode estimular que outras pessoas se sintam a vontade pra dar pitacos e melhorar a ideia ou ainda para fazer a ideia seguir um caminho diferente e interessante.

Mapa mental

Quando se deseja desenvolver uma ideia de forma estruturada, a ferramenta de mapa mental é uma boa pedida. Ela permite colocar ideias em formato de árvore, com itens e subitens. Quando se abre um novo mapa mental, ele já aparece um item de exemplo. Para modificar seu conteúdo, basta clicar duas vezes em cima. Para acrescentar um subitem, basta clicar no botão + no lado direito do item. Os itens podem ser arrastados de um lado para o outro da árvore, mas não é possível deixar itens soltos, sem conexão com a árvore.

Não esqueça de salvar

Esta ferramenta não funciona em tempo real, portanto, se dois usuários a editarem ao mesmo tempo, conflitos de conteúdo podem ocorrer. Para resolver isso, uma possibilidade é os participantes combinarem previamente em dado espaço - que pode ser o dos comentários e, a cada nova ação de edição, o editor registar primeiro, avisando aos demais. Lembre-se de salvar depois de fazer o mapa, pois não é automático.

Puxando posts automaticamente

É possível puxar informações de conteúdos de um projeto dentro de um mapa mental. No exemplo abaixo, os elementos cinzas são criados manualmente, enquanto os azuis e vermelhos são criados automaticamente. No canto inferior direito estão representados os conhecimentos marcados pelo usuário fred. Ao clicar em cima do conhecimento, abre-se a página com o conhecimento correspondente.

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Para puxar conteúdos dentro do mapa, primeiro, tenha a certeza de que essa opção está habilitada. Entre no link editar mapa e veja as opções Graphmind.

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Após salvar o mapa, clique com o botão direito no elemento que será pai dos elementos puxados. Entre na opção Load Views List.

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Criando agrupamentos

Ao clicar em Toggle Cloud com o botão direito no elemento pai, cria-se um agrupamento visual em azul.

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Moeda social

A ferramenta de moeda social permite criar uma economia solidária entre os participantes de um projeto.

  • Cada moeda tem um valor máximo e um valor mínimo para cada usuário. O objetivo desse limite é evitar a acumulação da moeda e o endividamento.
  • Cada transação envia uma quantidade de uma pessoa a outra. Quem envia diminui o saldo, quem recebe aumenta, até o limite.
  • Cada projeto tem um registro de transações feitas dentro do projeto. Os membros só podem enviar entre si, já os administradores podem escolher de quem para quem enviar.

O que é economia solidária

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Como criar uma moeda social

Ao criar um projeto nesta plataforma é possível selecionar um tipo determinado Banco Comunitário que traz habilitada a funcionalidade de moeda social e permite a associação de uma conta de usuário a um fundo comunitário. Caso queira habilitar a ferramenta para um projeto existente, entre em Configurações > Ferramentas Colaborativas > Moeda Social > Habilitar
 
Na funcionalidade de moeda social é possível definir um símbolo e um ícone a moeda bem como descrever sua origem e relação comunitária. Ao selecionar a sigla existem algumas configurações importantes, elas aparecem no box auxiliar, quando o cursor fica em cima do campo. Exemplos é a opção @minus para exibir valores negativos e @icon para exibir o ícone da moeda.
 
Existe um campo sobre regras de funcionamento da moeda social que permite descrever como a moeda opera.
 
Outra configuração importante é a definição de valores máximos e mínimos de acúmulo e dívida por indivíduo nesta economia o que permite evitar acúmulo e concentração de capital e também o endividamento demasiado por parte de algum integrante do sistema financeiro. Ao configurar uma moeda social é possível também definir se a mesma aceita números fracionados e como é o formato de exibição desta fração. 
 
É possível também definir os tipos de transações aceitas como doação, débito automático e pagamento com confirmação. A doação é quando um@ usuári@ repassa créditos diretamente para outr@ sem a necessidade deste pagamento estar relacionado a execução de uma tarefa (como uma prestação de serviço).
 
 
A opção de débito automático permite a cobrança de mensalidades e cobranças coletivas diretamente da conta d@s usuári@s. Esta ação é limitada aos administradores do sistema e a operações com a conta-banco.
 
A opção de pagamento com confirmação possibilita o crédito associado a uma tarefa executada no projeto. Através deste tipo de operação que a maioria das transações financeiras são operadas.
 
Configurando uma conta banco
Uma conta-banco possui uma diferença principal para uma conta de usuári@ regular que são seus limites de endividamento e acúmulo de créditos. Enquanto os valores para @ usuári@ comum são definidos pel@ administrador@ do projeto na parte de configurações da moeda social, o limite da conta banco equivale ao lastro da moeda social em circulação. 
 

 
Uma vez configurada a moeda é preciso então publicizar as atividades que podem ser remuneradas neste tipo de crédito solidário local.
Neste sentido a plataforma CORAIS disponibiliza a ferramenta de planilha que possibilita @ usuári@ montar uma tabela contendo o código da atividade (que identifica unicamente aquele determinado tipo de tarefa) seu nome, breve descrição, periodicidade de execução e valor em créditos sociais.
 
A mesma lógica se aplica a publicação das ofertas em moeda social, ou seja o que a pessoa com este crédito pode usufruir dentro desta economia local. Semelhante a tabela de demandas locais, a ferramenta adotada é a planilha eletrônica que possibilita cadastrar o código da oferta, titulo, breve descrição, valor unitário em moeda social e disponibilidade mensal do produto, serviço ou saber.
 
O cruzamento de ofertas e demandas em cada território pode gerar a oportunidade de identificarmos circuitos econômicos onde a demanda de um produtor local se encontra com a oferta do outro produtor. Quando existe uma moeda em circulação, é preciso estabelecer algum tipo de valor correspondente a este crédito que garanta sua credibilidade, seja o formato do mesmo digital ou real. No modelo de banco comunitário trabalhado na tecnologia das Produtoras Culturais Colaborativas, este valor representativo é denominado de lastro que equivale ao total de créditos possíveis em circulação. O lastro individual é calculado na capacidade de oferta mensal de um@ produtor@ em produtos, serviços e saberes. 
 
Desta forma se o coletivo tem capacidade de oferecer com qualidade um conjunto de serviços, produtos e saberes então o mesmo pode gerenciar este lastro para circular seu próprio crédito solidário. 
 
Um ponto importante ao se definir um crédito solidário é a sua relação com outras moedas existentes. Como os modelos trabalhados não permitem conversibilidade com a moeda corrente apenas entram nestes circuitos econômicos locais os produtores interessados nas ofertas existentes nesta restrita cadeia produtiva local. A soma de nov@s produtor@s e a diversificação do que é aceito neste tipo de crédito permite a ampliação do lastro financeiro deste crédito possibilitando então a gestão colaborativa da moeda social por um conjunto de produtor@s que garantam com suas ofertas públicas a credibilidade do crédito em circulação.
 
Para calcular o lastro coletivo de um crédito local que é a soma de quanto cada membro desta economia é publicamente capaz de aceitar por mês neste tipo de crédito, desta forma o modelo apresentado se baseia em um lastro dinâmico que se regula a cada mês com a atualização da oferta pública de seus atores econômicos. Para chegarmos a um lastro coletivo precisamos calcular o lastro individual de cada ator econômico. Este resultado compreende o total em créditos por mês de cada produto, serviço ou saber oferecido. 
 
Este modelo de cálculo não impede a oferta imediata em moeda social por nenhum@ produtor@ local, mas garante que o cálculo do lastro possua ainda como folga a oferta espontânea dos que estão iniciando na rede mas ainda não publicaram previamente sua oferta naquele mês. Entretanto como o modelo preve uma base de transações comum será preciso mesmo que não oferte publicamente que @ mesm@ possua uma conta e possa receber transações financeiras de outros membros da rede. 
 
Uma das formas de gerenciar um crédito solidário local é ativando a funcionalidade de Moeda Social em um projeto colaborativo da plataforma CORAIS. Este ambiente permite o gerenciamento coletivo de um crédito solidário onde o lastro coletivo pode ser organizado através de uma planilha contendo a tabela pública de ofertas de cada integrante econômico. Para incorporar sua oferta a dos integrantes da economia @ usuári@ precisa entrar no projeto e incluir a mesma na tabela de demandas local. 
 
O cálculo em preço aberto de um produto, serviço ou saber é importante para evitar distorções de preço ou excesso de valoração de um pedaço da cadeia, causando a concentração de renda ou a exploração do trabalho humano. O objetivo de valorar é garantir a sustentabilidade do processo e isso inclui, claro, o pagamento devido aos profissionais que estão prestando um determinado serviço ou repassando algum tipo de conhecimento. A questão principal é manter o preço aberto, ou seja exibir publicamente a composição do preço de um determinado produto ou serviço e porque um preço como este fica neste valor. Na composição de um preço temos 6 tipos importantes de vetores: Insumos e matéria-prima, Profissionais envolvidos, Equipamentos utilizados, Caixa Coletivo, Custo Administrativo, e Impostos (quando existir necessidade). Um modelo está disponível em licença livre na plataforma CORAIS (www.corais.org/colaborativape).
 

Criando contas para nov@s participant@s

Para começar a participar de um processo econômico é preciso que cada pessoa ou coletivo obtenha um registro junto ao banco comunitário. Ao adotar uma moeda social digital, o crédito está associado a uma conta em um banco de dados que gerencia o crédito fornecido. No CORAIS para participar de um processo econômico basta ter um cadastro na plataforma e solicitar participar do projeto no ambiente que gerencia as transações desta respectiva moeda social. Por exemplo, quem deseja pagar e receber na moeda social Tempo do Teatro Vila Velha precisa estar cadastrado no CORAIS e participar do projeto da Universidade Livre de Teatro Vila Velha (www.corais.org/livre). Cada usuári@ possui um código identificador único. Este código corresponde a sua conta bancária. Através deste código outr@s usuári@s podem direcionar doações e/ou pagamentos. Cada operação em uma conta é considerada uma transação financeira. Em um sistema transparente é importante que cada transação seja possível de ser rastreada, incluindo quem a realizou, IP de acesso, horário e data, para mais do que simplesmente reverter entender e tirar qualquer possível dúvida.
 

Transações financeiras: Pagamentos, Doações e Débito Automático

As transações financeiras dentro do modelo proposto podem ser de três tipos: Pagamento direto, doações entre usuári@s e débito automático de contas. A diferença entre os tipos é como a operação de débito/crédito acontece e quem é @ causador@ da ação. Este tipo de modelo é de crédito comunitário que permite que todos os membros operem a moeda social e tenham acesso a todas as transações realizadas na moeda social que el@ opera e participa. Em operações de pagamento quem realiza o pagamento é quem vai passar o valor para outra pessoa. Para completar a operação é preciso uma conta destino, uma atividade/motivo do pagamento e o valor que será pago. A doação é semelhante a anterior mas não existe necessidade de associar uma tarefa ou motivação, o valor é simplesmente compartilhado de um membro para outr@ do grupo. A última é a de débito automático que pode ser realizada com consentimento d@ participante e permite que determinados pagamentos que o mesmo assumiu com terceiros possam ser debitados de sua conta em seus respectivos prazos de pagamento. Cada operação destas deve ser tratada de maneira independente o que permite corrigir erros sem impactar em contas e saldos de terceiros.
 

Transparência de Saldo e Extrato Individual = Auditoria Coletiva

Em um modelo de gestão colaborativa de uma moeda social é fundamental a transparência entre todos @s envolvid@s e garantia de que o elo que @s une é o da confiança mútua e evitar que a falta de comunicação e acesso a informações contamine o crédito de um processo econômico local. Neste sentido, a proposta de transparência máxima proporciona ao grupo a possibilidade de saber o saldo em crédito solidário de qualquer participante, bem como o extrato de transações de qualquer membro, de forma a entender como aquele usuário constituiu determinado saldo em sua conta. 
 
Outra questão importante é o extrato geral da moeda, que recupera todas as transações financeiras feitas em moeda social por um determinado grupo econômico.
 

Crédito solidário e o enraizamento do crédito solidário no território

A capacidade de oferecer produtos a quem não pode pagar imediatamente em moeda social é que possibilita a inclusão social de diversas pessoas da comunidade em um processo econômico local. O crédito e o endividamento local entretanto deve ser monitorado pela gestão colaborativa da moeda e tentar evitar ter um número significativo de participantes [email protected] ou [email protected] de realizar transações financeiras porque atingiram o limite mínimo estabelecido. O funcionamento do crédito em um banco comunitário é assim como os demais pontos detalhados, uma questão de modelo e precisa garantir que o total de moeda em circulação não atinja um valor superior ao lastro coletivo cadastrado. Em um modelo de gestão colaborativa de uma moeda social tod@s podem emprestar para tod@s, ou até mesmo doar créditos sem necessariamente ter necessidade de retorno. Para isso basta realizar uma operação financeira neste sentido. Quem deseja um empréstimo do banco comunitário pode obter o mesmo ao consumir  produtos e serviços da rede, respeitando o seu nível máximo pessoal de endividamento. Após atingir este nível não é mais possível realizar operações até que a situação de crédito seja regularizada. 
 

Definindo coletivamente valores limites de acumulação e endividamento em moeda social e políticas adotadas nestes casos

Dentro de um processo de economia solidária é muito importante evitar acúmulo de capital por um grande período de tempo. Isso pode manter a moeda sem circular e fazer com que o banco precise colocar mais moeda em circulação para estimular as trocas e circulação de produtos locais. A solução para evitar o acúmulo é estabelecer um limite máximo de acúmulo de crédito para @s membr@s do processo econômico. Esta mesma lógica pode ser aplicada na questão do endividamento, evitando que alguém extrapole um limite possível de ser revertido. Outra solução é pensar em uma depreciação do valor acumulado, por exemplo se a cada três meses que um crédito completar sem movimentação financeira o mesmo se deprecia, o que motiva as pessoas a manter a economia circulando. Na plataforma CORAIS não existem ferramentas para depreciação temporal de um crédito social, apesar de que a hora e a data das transações financeiras são registradas e tornadas públicas, o que permite a implementação deste tipo de gatilho ou a operação manual deste tipo de depreciação pela equipe de gestão do banco comunitário. Em relação aos limites de máximo e mínimo o CORAIS permite estabelecer este tipo de limite para os membros do projeto e o sistema analisa o saldo do membro e estes limites antes de executar transações de pagamento, doação ou débito automático.

Navegação por taxonomia no Corais

A navegação por taxinomia proporcionar etiquetar cada conteúdo criado no Corais. Além de etiquetar o Corais cria um menu de navegação por taxonomia que permite ao usuário navegar por cada vocabulário criado. Estes vocabulários podem ser acrescidos de termos relacionados a estes vocabulários que serão elencados como subdivisões do menu navegar.

Criando vocabulário e adicionando termos

Para criar um vocabulário o usuário deve clicar na seção configurações, do respectivo projeto, e em seguida navegação por taxonomia. Lá será inserido o vocabulário e as configurações, como por exemplo, em que seções do projeto este vocabulário poderá ser aplicado. Há um espaço para descrever este vocabulário (pois uma vez criado ao se passar o mouse em cima do vocabulário estará esta descrição) e depois de ajustadas as configurações usa-se o botão salvar. Uma vez criado o vocabulário, o click na guia adicionar termos irá proporcionar a criação de termos ligados a este vocabulário. O print abaixo é da lista de vocabulário do projeto do coletivo Tear Audiovisual e seus respectivos termos. Observe marcado em vermelho os botões para adicionar novo vocabulário, editar vocabulário já existentes e adicionar termos aos vocabulários.

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Uma vez criados os vocabulários e os respectivos termos, sempre que for criado um novo conteúdo no projeto, aparecerão as opções para marcar o conteúdo com o vocabulário e termos adequados. A partir de então o corais gera um menu navegar, onde clicando nele pode-se navegar por vocabulário, conforme o exemplo abaixo em que se podem ver as opções à esquerda e o menu navegar à direita no projeto do Movimento Concha Ativa.

print_taxonomia_opcoes_e_menu_navegar.png

Uma vez etiquetado o conteúdo, o Corais utiliza o padrão etiqueta:, conforme o exemplo deste post de blog no projeto da Universidade Livre de Teatro Vila Velha.

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Painel

Os painéis são como 'capas' ou páginas iniciais dos projetos, e podem servir para várias finalidades, como convidar as pessoas para participar do projeto, ou ainda resumir o que está acontecendo ou aconteceu em um projeto. Paineis servem como a porta de entrada do projeto, e podem ser úteis para oferecer informações para quem está conhecendo um projeto!

Outro exemplo de painéis como convite a participação, é a utilização de vídeo e imagem no painel do projeto do Livro do Design Livre. O vídeo é uma ferramenta bem interessante para chamar outras pessoas para colaborar com o projeto, além de ser rápido de produzir.

Um exemplo de painéis como resumo, que dão uma visão geral do projeto é o painel do projeto coLABOR do livro Coralizando, que oferece um panorama geral de várias das coisas que estão acontecendo no projeto.

Planilhas

A ferramenta Planilhas é utilizada para a criar ou importar tabelas. No Corais, estas tabelas tem sido utilizadas para a catalogação de material (invertário), controle de matricula e presença em cursos de formação, tabelas de oferta e demandas, cronogramas de execução de projetos, planilhas orçamentárias, entre outros usos. Para criar uma tabela, basta ir em no menu criar conteúdos > spreadsheet ou pode-se importar uma planilha em Planilhas > Você pode fazer o upload de uma planilha, daí basta indicar se fezno excel ou openoffice e carregar a planilha do seu sistema. Uma vez criadas ou carregadas, as planilhas podem ser editadas no próprio Corais,clicando-se em editar. A partir de então, é possível carregar e alterar itens mantendo a estrutura inicial. Seguem alguns exemplos de planilhas utilizados pelos coletivos no Corais;

1) Inventário de materiais do coletivo Tear Audiovisual:

invertario_tear.jpg

2) Lista de alunos curso de formação Movimento Concha Ativa

3) Cronograma de Ações Produtora Colaborativa.PE

4) Planilha orçamentária Oxe HackLab

5) Tabela de ofertas produtos e saberes Movimento Concha Ativa

Uma dica importante é sobre os modos de "visualização" e "edição" da planilha. A dúvida é muito frequente quando algum projeto incorpora muitos usuários novos do Corais, apesar da dúvida também afetar usuários antigos. No modo Visualizar (clica na planilha > ver) vc só pode visualizar a planilha sem fazer modificações, conforme o exemplo.

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Já no modo edição (Planilha > Editar) o Corais já vai carregar a planilha como num editor de planilhas, com todas as ferramentas para edição habilitadas, conforme o exemplo com a mesma planilha anterior:

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Questionários

Em processos de inscrição, consulta ou avaliativos a escrita de formulários e questionários opinativos pode ser muito útil. Além da construção lógica, diagramação e impressão, este tipo de metodologia dependia ainda de um tempo para consolidar os resultados, tabulando e analisando as informações preenchidas. Através da ferramenta de questionários é possível criar Formulários eletrônicos com perguntas objetivas ou descritivas e receber estas informações tabeladas e em formato digital de planilha eletrônica.

A ferramenta de questionário do corais aceita diferentes tipos de entrada como caixas de seleção, opções de marcar, campos abertos, data, email, números e possibilita ainda quebra de página ou agrupamento de perguntas. Você pode configurar um ou mais emails para serem notificados de novos cadastros. Para isso é preciso configurar esta opção informando o endereço do email e que informações do formulário deseja receber a cada cadastro. O sistema permite ainda a configuração de um email de sucesso para ser exibido a cada usuário que finalizar seu questionário.

Texto colaborativo

A ferramenta Texto Colaborativo funciona como um pad na Plataforma Corais em que vários usuários podem trabalhar em um determinado texto ao mesmo tempo, além de disporem de um chat na barra lateral direita paradialogarem sobreo texto. No Corais os textos colaborativos tem sido utilizados para a criação de roteiros, elaboração de demandas de editais, escrita de capítulos de livros, reuniões com possibilidade de participação on line e acompanhamento de dias de trabalho.

Sobre demandas de editais, todos os que já pleitearam a algum deles sabe que há várias demandas desdeopções de multipla escolha, arquivos anexos e preenchimento de dados pessoais. Entretanto, a maioria deles exige também uma carra de textos que diz respeito a explicar a atuação do proponente ou de justificar o fomento para os financiadores.

No texto colaborativo pode-se discutir os pontos e revisar os textos, criando uma espécie de esboço para depois transferir o conteúdo para os formulários padrão em suas versões finais a serem entregues nos prazos exigidos. Um exemplo na plataforma é a parte da justificativa para o edital Funcultura Audiovisual 2014, feito pelo coletivo Tear Audiovisual http://corais.org/tear/node/79601. Primeiro os membros criaram um brainstorm como ponto de partida para o texto, depois foi construído o texto, com discussões e acertos pontuais dos membros.print_justificativa_edital_tear.png

Outra possibilidade já explorada no Corais é a possibilidade de escrever capítulos de livros. Seguindo os métodos de interação citados acima, o exemplo mais emblemático é o livro sobre a própria plataforma Corais, operado no projeto coLabor. Foram criados pad`s para cada capítulo do livro, sendo estes alimentados e revisados por todos os participantes http://corais.org/colabor/texts.

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Nas reuniões via texto colaborativo do Corais, pode-se escrever a pauta na parte de texto e debater os assuntos via chat. Assim, a reunião pode ser feita em um local físico com alguns presentes e outros participando online de qualquer local domundo, ou mesmo todos participarem online. Segueo exemplo da reunião  de planejamento da produtora Colaborativa.pe http://corais.org/colaborativape/node/81541.

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Outra possibilidade é a de fazer com que todos os membros de um determinado projeto ou mesmo de outros tenham acesso aos métodos de trabalho. Operar desta forma ajuda na transparência dos processos e no compartilhamento dos conhecimentos, sobretudo aqueles que se adquire fazendo. Com este objetivo o coletivo Tear audiovisual criou a thread Dia de Trabalho, em que se põe no título a Thread + a data + a tarefa a ser feita online. Esta metodologia traz autonomia e empoderamento mesmo a quem está longe físicamente http://corais.org/tear/node/81098.

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Como vimos são muitas as possibilidades. Se vc ou seu projeto utilizaram os pad`sdo texto colaborativocompartilhem sua experiência, edite este conhecimento!

Experiência de uso do texto colaborativo

A ferramenta Texto Colaborativo é bem interessante, e permite que pessoas escrevão um texto em que qualquer pessoa pode ir lá e alterar. e as alterações são vistas em tempo real.

Existe também um Bate-papo que permite a interação das pessoas por meio da conversa em grupo. Em quê cada pessoa pode escolher uma cor, e essa cor vai identifica-lá, tanto no bate-papo quanto nas alterações no texto.

Touchatag

Touchatag é uma plataforma de prototipação de aplicativos NFC (Near Field Communication) com chips RFID. A plataforma foi descontinuada, mas o serviço de aplicativos ainda é oferecido pela IOtope.

Exemplos

Bom a minha sugestão é, poderia pensar em algo acomplado dento da caixa do  produto para identicação, como eu vi no video no caso do remedio, no fundo da caixa de remedio pederia aplicar no fundo um idenficador descartavel, seria uma boa opção no momento.

Vinculando Tarefas a Etapas e Tarefas a Tarefas

Uma das ferramentas mais utilizadas na plataforma Corais são as tarefas. Além das funcionalidades de agendar e definir os responsáveis, pode-se tb vincular tarefas a determinadas etapas e tarefas a tarefas. Etapas servem pra categorizar ações mais macro como por exemplo um festival de música em que o festival é a etapa e inclui tarefas que podem ser de infra, contato com as bandas, captação de recursos. Estas tarefas tb podem incluir sub tarefas, como no caso a confecção da planilha de custos na fase de captação, quem vai ligar para as bandas e acertas horários etc.

Entretanto, tudo isso pode ficar desorganizado, caso mais de uma etapa esteja sendo executada naquele momento. Portanto, para otimizar a organização das etapas e tarefas pode-se vincular determinadas tarefas a alguma etapa e tarefas a tarefas. As etapas ficam sempre em negrito. Como no exemplo abaixo do projeto do Movimento Concha Ativa:

printtarefas.pngAs tarefas podem ser movidas para cima e para baixo, simplemente clicando em cima e arrastando. Assim, se coloca a tarefa perto da etapa ou de outra tarefa e vincula-se uma a outra ao arratar essa cruz ao lado do nome da esquerda para a direita. Ao passar o mouse em cima da cruz vai aparecer a mensagem "mover para reordenar". Algo que é muito importante nesse processo é antes de sair da seção tarefas clicar em Salvar Ordem, porque se isso não for feito, ao sair daquela seção o sistema voltará a ordem anterior e o usuário perde seu trabalho.

Votação

A votação, na maioria das organizações, é considerada um instrumento legítimo de participação e fundamental na tomada de decisões coletivas. Pode ser que a votação não seja um fim em sí mesmo, mas pode dar indicativos interessantes sobre os anseios coletivos e apontar para um pensamento comum ou mesmo explicitar um conflito. 

Na plataforma corais a votação é criada em Criar Conteúdos > Votação. Lá, pode-se colocar o tema da votação e as opções disponíveis. A votação também permite comentários que podem levar à um consenso ou mesmo fomentar novas proposições para o assunto em questão. O usuário pode inclusive incluir uma nova opção. É coerente, quando há muitas opções, a criação de um segundo turno, ratificando as posições. O exemplo de votação mais acirrada no Corais é a votação sobre o nome da moeda social da Universidade Livre de Teatro Vila Velha, que foi decidida em três turnos e exemplifica o que foi exposto nesta ajuda da ferramenta votação.

QUAL o NOME da MOEDA SOCIAL do TEATRO VILA VELHA (Terceiro e DERRADEIRO Turno)

VILAELECTRON (s)
 
4 votos 17%
TEMPO (s)
 
8 votos 35%
SOLIDÁRIO (s)
 
1 voto 4%
GiraSOL (is)
 
1 voto 4%
VILASOL (is)
 
4 votos 17%
CONTADO (s)
 
3 votos 13%
LIVRA (s)
 

2 votos 9%

http://corais.org/livre/node/77034

Árvore do Conhecimento

A Árvore do Conhecimento da Corais armazena conhecimentos disponíveis para execução de projetos, de forma colaborativa, como em um wiki. Tod@s podem contribuir e expandir o conhecimento da comunidade seja acrescentando ou corrigindo as informações disponíveis, bem como criar novos conhecimentos.

O formato wiki permite o mapeamento, a auto e a cogestão das tradições coletivas, mesmo que um projeto se acabe. Ao utilizar um dos métodos da árvore em um projeto, é criado um link que adiciona o método como referência no projeto. @s usuá[email protected] marcam entre as opções "estou estudando", "já estudei" ou "sou especialista". Um exemplo de uso da árvore é o que a comunidade de design fez: os UXCards, um baralho de cartões de conhecimento para projetar experiências do usuário (UX). 

Os cartões possuem validação prática e ficam visíveis nos perfis, compondo a identidade cognitiva de indivíduos e grupos, valorizando seus conhecimentos e potencial para colaborar. Como forma de estímulo a produção @s participantes ainda ganham pontos na comunidade. Sendo público, os projetos na plataforma Corais se tornam uma espécie de portfólio online para as pessoas participantes, expondo os trabalhos de forma rápida.

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É uma forma de expor seus trabalhos de forma rápida. O grande diferencial deste portifólio gerado pelo Corais para os portifólios comuns, é que não se exibe só o resultado final mas sim todo o processo criativo que levou àquele resultado. Assim, dando maior respaldo a pesquisa e concepções realizadas no decorre do trabalho, já que tudo está documentado automaticamente. E como forma de estímulo a produção o participante ainda ganha pontos na comunidade.

O grande diferencial deste portfólio gerado pelo Corais é que todo o processo criativo que levou aos resultados é exibido. Esse processo cria uma base de exemplos de forma orgânica para cada um dos métodos disponíveis na Árvore do Conhecimento, dando maior respaldo a pesquisa e concepções realizadas no decorrer do trabalho, com tudo documentado automaticamente. 

A Árvore  do Conhecimento enseja uma nova possibilidade de construção de uma nova  sociedade: aprendente, redemocratizada, imbricada ao conhecimento em beta perpétuo, a partilha, ao remix, a cocriação, as coaprendizagens e a inovação, na economia criativa.

Ao utilizar um dos métodos da Árvore em um projeto, é criado um link que adiciona o método como referência no projeto. Assim se cria uma base de exemplos de forma orgânica para cada um dos métodos disponíveis. A vantagem é que pode-se consultar esta árvore enquanto se executa a tarefa e pode-se descobrir novos conhecimentos, inclusive, verificando as tarefas associadas a ele em outros projetos.

Várias instituições de ensino já utilizam a Árvore do Conhecimento para gerar material didático, sempre mencionando os créditos. A licença do conteúdo é Creative Commons Attribution, o que significa que você pode copiar e modificar o conteúdo para outros materiais didáticos. Embora não seja obrigatório, nos recomendamos que você dê retorno à comunidade que mantém à Árvore do Conhecimento, acrescentando ou complementando o seu conteúdo. Outra forma de ajudar é pedindo aos seus alunos que usem as ferramentas de projeto para desenvolver os projetos do seu curso, gerando assim conteúdo aberto sobre os projetos.