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Segundo relato da quinta reunião presencial da Colaborativa Serigy.

Segundo relato da quinta reunião presencial da Colaborativa Serigy.

O relato abaixo é a continuação de um outro postado no dia 23 de jullho de 2018, o qual está sendo trazido novamente para cá.

A reunião foi realizada no dia 14 de julho de 2918, no salão paroquial da igreja S. Francisco de Assis, Stos. Dumont, Aracaju.

A reunião contou com a presença de Zezito de Oliveira, Maíra Ramos, Pe. Soares, Igor Gonçalves e  seis jovens ligados ao grupo poverello.

A reunião teve como pauta principal a discussão dos valores, missão e visão de futuro da ColabSE. Essa discussão foi mediada/facilitada  por Igor Gonçalves.

As falas apresentaram as seguintes opiniões abaixo.  Após o registro e publicação na plataforma corais, quem não participou da reunião presencial poderá apresentar suas opiniões, assim como poderá refazer ou organizar o que foi produzido na reunião presencial.

Valores – Colaboração,  compartilhamento do conhecimento, comprometimento, transparência, planejamento.

Missão: Acordar a cultura de Sergipe que existe, mas que está escondida, por falta de coragem de se expressar.

Coragem pra fazer, pra conhecer, reconhecer, resgatar.

União! Viabilizar a compreensão de que estamos todos conectados, fazemos parte de uma rede, que estamos ligados e que precisamos atuar juntos. Precisamos mais de intercâmbio, de comunicação.

Unir os coletivos de juventude.

Visão de futuro – Grande numero de coletivos unidos, promovendo atividades e projetos de forma conjunta, disseminando conhecimentos a outros grupos, com uma maior valorização da cultura.

Sem muita dificuldade e obstáculos, com a diminuição do sofrimento pelo isolamento, trocando idéias, não somente recursos.

Em termos de ida até Alagoinhas e Salvador, ficou definido um dia inteiro para essa ação, tipo bate e volta, para reduzir custos com hospedagem e alimentação. A data indicada foi 31 de agosto ou  01 de setembro.

Um dos “deveres de casa” sugerido ao grupo de jovens poverello, foi conhecer mais sobre os “Scholas Ocurrentes”, projeto do Papa Francisco voltado para o fortalecimento de ações de criação de vínculos e convivência comunitária. https://acaoculturalse.blogspot.com/2016/02/pontos-de-cultura-sao-abracados-pelo.html

Também foi sugerido aos jovens do grupo poverello,  que buscassem circular pelos saraus realizados em vários pontos da cidade. Isso na perspectiva de fortalecer a cultura do encontro, da colaboração, da inovação, do reconhecimento identitário e etc.

Foram lembrado os seguintes: Ensaio Aberto, Som de Calçada, Sarau da Quebrada, Debaixo da Ponte, Slam no bar do Roque, Ensaio Secreto, SD Alternativo na Praça,  Fugacidade (rave), Ocupa a Praça.

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Primeiro relato-sintese das reuniões das propostas de colaborativas SE, realizadas no final de semana (13 e 14 de julho de 2018)

Prezados (as)

Na sexta (13) e no sábado (14), tivemos reunião com o coletivo organizador do Sarau Ensaio Secreto e com o coletivo organizador da Colaborativa Serigy (ColabSE)  e Colaborativa Poverello.

Algumas questões importantes apareceram nestes dois momentos, e que vale a pena ser registrado e compartilhado. Há uma segunda parte que seguirá depois, com o relatório da reunião com as duas últimas colaborativas citadas.

  1. Na reunião com o pessoal do Ensaio Secreto (primeiro contato), destacamos que pelo fato deles ter um conceito  e práticas de trabalho bem semelhante a proposta da colaborativa, além de um fazer artístico e cultural bem constante , é importante que caminhem  independente do ritmo  geral do arranjo  produtivo colaborativa Serigy, o qual está sendo feito com uma velocidade menor,  mas que caminhem como sujeitos do coletivo geral. Como articular essa relação,  coletivo menores e coletivo maior, foi pensado para ser um dos pontos da conversa que pretendemos ter com quem tem mais experiência e atuação como colaborativa na BA e em PE. https://acaoculturalse.blogspot.com/2018/07/conversando-sobre-produtora-cultural.html - Uma das produtoras que pretendemos visitar na Bahia. Ligada a Fundação do Caminho em Alagoinhas.  http://www.iteia.org.br/textos/reuniao-da-produtora-cultural-colaborativa-de-alagoinhasba
  2. Colocamos a importância de que produzam o mapa canvas, considerando a nossa experiência bem sucedida, assim como o portfólio e o projeto geral do evento, tendo em vista a necessidade de viabilizar parcerias e apoio, além da captação de recursos. Estas últimas duas questões foram colocadas como preocupação do próprio coletivo organizador do Ensaio Secreto, reforçado por mim. Para saber mais sobre os mapas Canvas elaborados no âmbito da ColabSE. http://www.corais.org/colaborativaserigy/node/97362
  3. Foi colocado a  necessidade de acessar os vídeos e materiais que estão disponibilizado no blog da Ação Cultural, além da participação na viagem de intercâmbio com colaborativas de Salvador e Recife. https://acaoculturalse.blogspot.com/2018/05/videos-e-outros-subsidios-pa...
  4. Já na reunião do sábado (14) , vale a pena registrar o cuidado do Pe. Soares e Duany na preparação e organização do local.  Em termos de experiência,  ficou claro que não é muito positivo fazer duas reuniões na mesma tarde, como fizemos. A primeira com a articulação da ColabSE e a segunda  com os jovens da Poverello. Isso porque o atraso na primeira reunião,  comprometeu a qualidade da segunda. Em outras palavras, atrapalhou  o aprofundamento de questões especificas da proposta da ColabPoverello. .
  5. Um aspecto interessante e bastante legal,  foi o fato de utilizarmos opiniões registradas na plataforma corais, sobre um dos itens da pauta, as quais foram lidas, mesmo com ausência dos que escreveram. O que de certa maneira, permitiu com que, mesmo ausentes da reunião, três pessoas se fizessem presentes com suas opiniões. Vale destacar que um desses três, chegou na metade da tarde e ainda deu tempo para ajudar a facilitar a discussão do tema “Valores, missão e visão de futuro”.
  6. Na discussão com os jovens da ColabPoverello, percebemos a necessidade de que todos os vídeos sejam assistidos pelos interessados na proposta. Isso serve como sugestão para os demais interessados em discutir a proposta da colaborativa. Nesse sentido, é recomendável baixar os mesmos e ver quem dispõe de computador para reunir o grupo em torno. Isso facilita bastante para o avanço da proposta de discussão quando forma facilitar um debate de apresentação da proposta, facilitando o aprofundamento.
  7. Foi lembrado sobre a necessidade de um acesso mais constante a Corais, por parte dos presentes, até porque a plataforma é um espaço de reunião, planejamento e produção. Uma das questões que ficou claro é que muitos só dispõe do celular para acesso. No caso da Poverello, foi solicitado a Duany que organize um momento para realizar exercício de navegação por meio do celular, com os companheiros (as) do grupo. Para quem quiser baixar ou adquirir o livro sobre a Corais. http://www.corais.org/node/83906

Para ampliar o acesso de mais jovens da Poverello a computador, foi colocado por Igor Gonçalves a possibilidade de obter doações de computadores descartados por empresas, mas que podem ser reutilizados, mediante o trabalhado conhecido como rede de metareciclagem.   Segundo a Wikipédia  “ A rede recebe computadores e peças de artigos eletrônicos, que são usados para montar laboratórios de informática, onde são instalados programas de computador com licença livre, para ensinar a sociedade a aproveitar melhor a tecnologia, utilizando-a para diversos fins. É também estimulado o uso da internet para criar ambientes de circulação da informação, passando as experimentações dos projetos socialmente engajados.  MetaReciclagem é uma metodologia de perspectiva abrangente, um nome que algumas pessoas usam para definir e identificar uma maneira de lidar com a tecnologia, e que tem por objetivo a reapropriação tecnológica. Estruturalmente, aproxima-se mais de um movimento que surgiu de baixo para cima e que permanece aberto a quem quiser participar, sendo um conjunto emergente de pessoas e organizações. É por isso que a MetaReciclagem não tem sedes, mas esporos: laboratórios auto-geridos, totalmente adaptados e integrados às características locais, mas integrados em rede.”

Zezito de Oliveira

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