Sobre a reunião do grupo Professores Inquietos em 14 de novembro de 2020

Sobre a reunião realizada na plataforma google meet, no sábado passado, 14 de novembro de 2020, com a presença deste que escreve, Maíra Magno e Deuzete Fonseca, muito foi conversado, discutido, celebrado.

E por isso, pela qualidade das falas, percebemos o quão importante é a gravação das mesmas. Porém,  isso demanda custo, mas estamos vendo alternativas para o uso de plataformas sem precisarmos pagar para isso.

Caso Maíra  e  Deuzete possam  escrever um texto síntese relatando o que conversamos,  será legal.  Como Maíra manifestou ter dificuldade para escrever, pode ser por gravação em áudio ou em vídeo.

Um dos pontos que conversamos foi sobre a definição dos objetivos do nosso grupo. O            que ficou combinado foi o seguinte  O grupo de professores inquietos toma como ponto de partida a reunião de professores insatisfeitos com o modelo pedagógico e de gestão predominante nas escolas públicas de Sergipe,  e como ponto de chegada a superação gradativa dessa situação.

O meio prioritário que utilizamos são as rodas de diálogo para a troca de saberes, práticas e afetos com profissionais também insatisfeitos.

Como essas rodas de diálogo pretendem ser sistematizadas e sistematizadoras, compartilhadas, ampliadas e aprofundadas, utilizaremos como recursos a produção de artigos, podcasts, vídeos, “ao vivo”, livro e etc..

Como um exemplo do que está sendo feito nesse sentido, foi citado os “Ao Vivo” da Ação Cultural, um dos quais contou com a presença de Maíra Magno.

Semelhante a uma proposta que está sendo ofertada a professores de artes de todo o Brasil pelo Instituto Arte na Escola, as nossas conversas coletivas  “seguem princípios de aprendizagem múltipla: geram reflexões coletivas, propiciam troca de experiências de professor-para-professor e ampliam os repertórios de ensino, culturais e artísticos.”

Assim como o curso ofertado acima, a nossa  proposta “ está baseada na construção em rede, para renovar a percepção do educador sobre suas as próprias práticas e aprofundar seus modos de atuação, a partir de abordagens do Ensino Contemporâneo. A sala de aula torna-se um espaço de invenção e investigação.

O curso em tela também pergunta e responde ao mesmo tempo: “O que conecta os professores de Arte do Brasil?

“A solidão pedagógica é uma angústia recorrente. O professor de Arte nem sempre encontra na escola a interlocução que precisa para enfrentar os desafios da sala de aula.”

E isso,  podemos extrapolar para todas as outras disciplinas.

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