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18 de Abril - Poesia

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18 de Abril - Poesia

Sou Capitão

Capitão de Minh'alma

Mergulhado na escuridão sombria

A noite e a calma.

Liberdade, luta, glória

Pulsa no peito uma sede

uma sede de vitória. È o gosto amargo

do campo de Batalha onde

não se faz amigos

não se tem irmão.

A morte é um sopro o sufoco de uma brisa

D'um corte no rosto, ou uma ferida na tripa

Saquem ás armas, alguém deve morrer

Sem pra quem

sem pra que

tem que ser.

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