Memorial 05.09.14 - Paulo Santana

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Então...
o dia hj com uma calmaria tão grande que nunca imaginei q pudesse acabar como acabou. Como de costume chegamos e começamos com os exercícios de aquecimento e concentração, que hoje foram fantásticos, verdadeiramente relaxantes. Franklin nos guiou por exercícios que mais uma vez reforçam a individualidade de cada um sem perder de vista a importância do outro,  os dois principais momentos foram interessantes. A atividade eecutada em dupla que fiz, tanto pelo movimento (eu e Ariel) quanto pelo som (eu e Iasmin) me mostrou como é importante estar conectado com o outro sem precisar se olhar, apenas sentindo a energia do outro. O exercício seguinte, feito em grupos também fluiu legal, e estava achando massa o equilíbrio das vozes, o som das vogais em tons diferentes e tal. Até aí tudo estava muito massa, então...
A tentativa de racionalizar demais acabou me incomodando e fazendo com que a atividade em roda ficasse travada e demorasse  para fluir (acabou sendo cansativa). Concordo quando Franklin falou que estávamos muito preocupados em 'acertar" (não entrarei em análise do que é certo e errado), mas o fato é que estávamos mas travados que de costume, não estávamos mais em um processo de aprender fazendo, estávamos cheios de perguntas, dúvidas de como fazer, travando muito o exercício e a impressão que tive é que nesse momentos estávamos 'todos' querendo aprender pra depois fazer. Demorou um pouco, mas pegou... a atividade funcionou e fomos encaminhados para a finalização do dia, o exercício que foi o mais problemático, reencenar as cenas que foram realizadas no dia anterior (eu não estava presente, então fiquei de expectador). Nsse momento houve uma"travada" geral, pelo q eu percebi, as cenas não saíram como tinha saído ontem. Alem da apreensão de ter que remontar a cena para um outro "facilitador", a constante interrupção para para uma "direção de ator"  (acredito que isso estava acontecendo, o facilitador interrompia o ator para encaminhar o q ele deveria fazer, repetir, fazer de outra forma, mudando gestos, posições etc) bloqueou o processo criativo da galera que ainda está no começo da oficina. Até então estávamos experimentando coisas que deixavam a nossa imaginação mais livre, houve um certo corte nessa liberdade toda. Particularmente, não me senti muito incomodado com isso, embora, eu ache que isso se dá pelo fato de que não estava presente na criação dessas cenas. O fato é que foi uma mudança na maneira de condução do processo e que essa mudança que acabou causando estranhamento e descontentamento da maioria, pra não ser generalista. Também senti essa diferença então...

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