Memorial 10.09.14 - Paulo Santana

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Bem, o dia foi meio complicado pra mim, pois eu estava sem dormir a mais de 30 horas  dias levando direto, então me concentrar foi difícil. Começamos a tarde com Fabíola substituindo Zâmbia. Fizemos um alongamento diferente e bem legal, já entrando do ritmo.  Mesmo sendo feito por todos, neste alongamento estávamos divididos em três grupos, que posteriormente deveriam 'criar movimentos' baseados no que fizemos para alongar. Uma coisa que Fabíola falou me chamou atenção, que deixássemos de tentar fazer igual ao outro, cada um deve sentir o ritmo e  fazer os movimento de maneira que mais lhe agradar, assim surge a beleza da dança. Percebemos a diferença do que dança mais contido, mas se entregando...  do que consegue mexer mais o quadril etc... Criar os movimentos em grupo foi divertido, mas a hora de mostrar para os outros eu me desconcentrei muito, perdi o foco. Fiz o que planejamos, mas me perdi no meu riso e acho que isso prejudicou minha  absorvição de conteúdo.

Depois passamos para as atividades com Franklin. Desta vez, fazíamos parte de uma manada, uma tribo onde era tudo ou nada. Todos se salvariam ou todos morreriam. Desta vez a minha impressão da cena final de Perfume foi mais intensa (rsrsrsrs). depois a tribo se dividiu em duas. E começamos a trabalhar uma função de coro. Enquanto dois protagonistas entravam em discussão, nós os empurraríamos para a batalha com um coro que ia aumentando a intensidade enquanto os protagonistas se exaltavam. Muito bonito de ver a coisa funcionando.Anda nessas duas tribos deveríamos sustentar um discurso e convencer a tribo oposta com o nosso texto, sempre tendo como base, apoio, um coro que nos incentivava. Resumindo, nós estamos entendendo a função do coro e como a utilização dele empurra o protagonista para determinado caminho.

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